Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 10/12/2020

No filmes ‘‘Tempos Modernos", de Charlie Chaplin, vemos um operário trabalhando de maneira exaustiva na produção em massa de uma fábrica. Apesar do filme ter sido lançado em 1936, ainda podemos constatar essa realidades com o trabalhadores de hoje.

Com o crescimento da população e a industrialização das fábricas a demanda para produzirmos foi aumentando cada vez mais, e o tempo para que o processo acontece, foi encurtando. Apesar de o Toytismo, movimento que visa a produção sob demanda, ir solidando-se com o tempo, ainda vemos os resquícios do o Fordismo, e como a condição de produzir mais em menos tempos afetou o trabalhado ao longo dos anos. Muitas empresas usam uma comunicação vertical, o que torna difícil para o funcionário expressar quando há um incomodo, já que não há um contato com a chefia ou o recursos humanos.

Outra questão é que o brasileiro não cuida de sua saúde mental. Fato esse ocorre pois as doenças psicológicas sempre foram tratadas como um problema de menor importância e o processo de cura acaba ficando distante. Outro problemas está na disseminação de informações, já que muitos cidadãos acreditam que doenças assim são falta de religiosidade ou vitimismo da parte do doente, também há um elitismo no acesso a psicólogos e psiquiatras, já que a maioria não tem preços acessíveis e e a fila do SUS é extensa, esse fato distancia a população de classe baixa, maioria no Brasil, de um tratamento.

Como diria o dramaturgo George Bernard Shaw ““O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada.”, por isso, para evitar a sindrome de Burnout  sempre devemos começar educando individualmente cada pessoa, com palestras sobre saúde mental nas escolas. Também cabe a empresa proporcionar um ambiente seguro e saudável para seus operários, , e o Ministério da Saúdes aumentando o alcance do CAPS para as populações mais pobres.