Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 18/12/2020

Com o avanço da tecnologia e os modos de produção, o mercado de trabalho tem estado cada vez mais competitivo. Em virtude disso, a pressão exercida pelos superiores sobre os funcinários causa diversos malefícios a saúde. Além disso, à autocobrança no ambiente coorporativo também representa um problema. Pode-se dizer então, que a pressão no trabalho e a autocobrança profissional são as principais responsáveis pelo esgotamento fisico mental, que configura a síndrome de Burnout.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a importância da saúde mental para basicamente todas atividades. Ademais, a revolução industrial e a entrada dos novos modelos de produção como fordismo e toyotismo, causou à alienação dos trabalhores, uma vez que agora a produção é fragmentada. Essa alienação vem acompanhada de prazos, quantidades, qualidades, margens de erro e uma intença cobrança, que desestimula os empregados. Dessa forma, torna-se claro o esgotamento físico e mental causado pela exploração no trabalho.

Outrossim, alcançar estabilidade economica e independência financeira é o sonho de muita gente, porém focar só no meio profissional, também pode vir a prejudicar a saúde. Para Thomas Hobbes, o homem é lobo do homem, e assim é no mercado de trabalho. Devido a alta competitividade, as pessoas buscam sempre fazer mais, levando serviço para casa, trabalhando nos fins de semana ou feriados, com o intuíto de superar as expectativas do patrão, para uma eventual promoção, não havendo uma “cortina” entre a vida pessoal e profissional, o que pode acarretar diversos problemas, como ansiedade, insônia e até mesmo depressão. Dessa forma, algumas mudanças são necessária para garantir o bem-estar coletivo.

Infere-se, portanto, que para o combate a síndrome de Burnout, a população, como conjunto de índividuos que compartilham de mesmos valores culturais e sociais, deve promover uma onda de conscientização nas redes sociais, alertando sobre a síndrome e a importância do autocuidado, para que as pessoas não caíam em depressão decorrente a competitvidade. Além disso, é necessário que as empresas organizem eventos voltado aos funcionários, a fim de aliviar tensões, bem como, não exija uma superprodução dos mesmos. Afinal conforme afirmou Heráclito: “Nada é permanente exceto a mudança”.