Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 27/12/2020
A consolidação das Leis do Trabalho, cuja sigla é CLT, surgiu no dia 1 de maio de 1943, garantindo direitos ao trabalhador, por exemplo, descanso semanal e férias remuneradas. Mesmo que haja tais direitos, eles não impedem o estresse excessivo e a pressão imposta pelo ambiente de trabalho. Por consequência da má relação entre empresa, chefe e funcionário, desenvolve-se assim, a síndrome de burnout.
Segundo o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem. Sob essa ótica, vale ressaltar como o trabalhador na busca por reconhecimento, posteriormente subir dentro da empresa, é submetido a uma carga de estresse , que na maioria dos casos é potencializado pela empresa, desde o chefe a seus colegas, sacrificando a sua saúde mental e física.
Além disso, com base na pesquisa da International Stress, 3 a cada 10 pessoas sofrem da síndrome de burnout. Assim, torna-se claro a necessidade de maior foco nesse problema, para garantir que menos pessoas sofram.
Portanto, cabe ao Ministério do Trabalho, atualizar o CLT, por conseguinte, exigindo do empregador o fornecimento de acompanhamento psicológico para seus empregados. Dessa forma ocorrerá uma melhora no trabalho e na vida de todos os trabalhadores, sem a necessidade de sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.