Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 06/01/2021
Promulgada pela Organização Nacional das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à saúde e ao bem-estar-social. Entretanto, a Síndrome de Burnout na vida profissional se torna um empecilho na sociedade. Dessa forma, não só a falta de investimentos no sistema de saúde, mas também a falta de apoio familiar faz com que o desenvolvimento do Brasil seja obsoleto.
Precipuamente, a falta de investimentos no sistema de saúde é uma problemática enfrentada pelos cidadãos. Segundo o filósofo Norberto Bobbio, a dignidade humana é uma qualidade intrínseca ao homem, capaz de lhe dar direito ao respeito e consideração por parte do Estado. Nessa lógica, é notório que atualmente a pandemia que estamos passando trouxe diversos problemas aos seres, devido aos indivíduos estarem trabalhando de suas casas, isso fez com que em sua maioria a carga horaria aumentasse e assim houvesse um esgotamento tanto físico quanto mental, trazendo consigo diversas doenças, como por exemplo, a Síndrome de Burnout. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Síndrome de Burnout afeta cerca de33 milhões de brasileiros. Desse modo, é evidente o quão agravante a falta de um tempo para si mesmo pode afetar a saúde de um ser. Ademais, a falta de apoio familiar é um problema presente na comunidade. Segundo Rousseau, o indivíduo é determinado pelo meio em vive. Dessa forma, se os familiares não a judar uns aos outros, deixando que somente um cuide de tudo sozinho, tal ser ficará com uma sobrecarga, trazendo assim diversas problemáticas para aquele ser, e assim tornando o convívio cada vez melhor. Segundo a International Stress Management Association (ISMA) ,cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome, deixando claro o quanto o ambiente em que o cidadão vive pode influenciar na sua vida seja no âmbito familiar ou profissional. Tal questão é inaceitável e atrapalha a isonomia do país. Portanto, medidas públicas são necessárias. Diante dos fatos apresentados o Governo junto do Ministério da Saúde deve investir capital nos postos e hospitais, para que esses tais tenham o tratamento correto e com a ajuda dos familiares possa o mais rápido possível identificar a síndrome, podendo assim tratar já no começo, e além disso criar uma campanha onde sociedade saiba que tal síndrome também é uma doença e tenham mais empatia com os seres portadores de tal anomalia. Desse modo, se consolidará uma pátria democrática e igualitária.