Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 25/03/2021
É inadiável a discussão sobre a Síndrome de Burnout no século XXI. Essa ação provocará, de imediato, a conscientização da população brasileira sobre os malefícios do esgotamento físico e mental ligado à vida profissional. No entanto, essa mudança de cenário precisa ser acompanhada da constatação de suas origens: pressão causada pelas empresas a partir da grande competitividade do mercado no seculo XXI e falta de organização do tempo. Afinal, torna-se insustentável uma sociedade que adota medidas paliativas, em vez de previnir e curar seus males.
Em primeiro lugar, é fundamental compreender a grande competitividade do mercado no século XXI causada pelo sistema captalista. Segundo o filósofo Karl Marx “Numa sociedade dominada pela produção capitalista, até o produtor não capitalista é dominado por concepções capitalistas.” Dessa forma, as formas da competitividade do mercado devem ser revistas para que haja uma mudança nesses setores.
Em segundo plano, reconhece-se a falta de organização de tempo de parte da população que é outro motivador dessa grave questão, uma vez que numero de pessoas que apresentam a síndrome de burnout só crescem no brasil. Diante disso, é preciso que a população brasileira seja mais crítica perante a isso.
Diante do exposto, antes que o índice de síndrome de burnout aumente ainda mais, é preciso intervir. Logo, cabe ao Ministério da Educação, por meio de palestras e projetos a fim de mitigar essa situação, desenvolver novas formas de orientar os cidadãos brasileiros sobre esse prooblema, tendo como resultado não só a população com maior entendimento sobre o assunto, mas também menos influenciável. Afinal, o conhecimento e a crítica são frutos de um país bem desenvolvido e saudável.