Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 22/03/2021
A Síndrome de Burnout, doença relacionada ao trabalho constante e excessivo, pode causar depressão e afeta cerca de três décimos dos empregados brasileiros. Entretanto, o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional persiste, devido ao capitalismo e à desinformação.
Primeiramente, deve-se entender que o capitalismo é a principal causa da ocorrência da Síndrome de Burnout. Porque, assim como diz Karl Marx, ao buscar o maior lucro possível, o capitalismo transformou o mercado em um ambiente explorador e alienante, pois os que mais trabalham são geralmente os que menos gaham. Desse modo, visando obter lucro a todo momento, o capitalismo esgota a saúde física e mental dos trabalhadores, pois esses, com a intenção de ganhar mais dinheiro, trabalham além do que é saudável.
Além disso, entende-se também que a desinformação é outro fator que colabora para a existência da Síndrome de Burnout. Isso porque, visto que a maioria da população não está ciente sobre a existência da doença e seus sintomas, geralmente os indivíduos só percebem que não estão saudáveis quando a síndrome se agrava, gerando consequências graves para a sua saúde que poderiam ter sido evitadas caso tivessem acesso à informação necessária.
Por fim, conclui-se que o governo, visando diminuir o impacto que o capitalismo e a desinformação possuem na Síndrome de Burnout, deve criar leis que visem reforçar os direitos dos trabalhadores e informar a população sobre os sítomas da doença, por meio de mudanças na Constituição. Essas mudanças devem passar por votação no Senado, visando, assim, representar a vontade da população. Dessa forma, a Síndrome de Burnout, e o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional serão erradicados.