Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 25/03/2021

Em meio as novas questões da modernidade, o debate acerca da Síndrome de Burnout vem ganhando força. A alta cobrança dos proprietários de empresas, assim como à pressão da sociedade sob os trabalhadores para obterem melhores resultados, são empecilhos que podem levar a causa dessa síndrome ocupacional. Contudo, ações colaborativas devem ser tomadas com intuído de sanar os entraves.

Em primeiro plano, é lícito postular que a alta cobrança de proprietários de empresas é um dos principais causadores do esgotamento profissional. Em 2019, a condição foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome ocupacional “resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. Muitas vezes, pela alta pressão do proprietário, seus funcionários desenvolvem um alto estresse físico e mental, que acaba também prejudicando sua produção no trabalho. Frente a esse panorama, é necessário uma mudança de cenário em relação à situação.

Em segundo plano, cabe à pressão da sociedade em cima dos trabalhadores para melhores resultados. Durante a pandemia da COVID-19, em um estudo com amostragem nacional realizado pela PEBMED, 78% dos profissionais de saúde tiveram sinais de síndrome de Burnout no período da pandemia. Grande parte da sociedade, criticou muitos médicos que trabalharam na linha de frente contra a pandemia. Além do desgaste físico e emocional no combate ao vírus, tinham que lidar com duras críticas da população.

Diante do exposto, faz-se a necessidade de enfrentar os desafios referentes a Síndrome de Burnout. O Governo, deve conscientizar a população sobre a síndrome, suas causas, sintomas, com intuíto de adquirir um rápido tratamento e também de conscientizar a sociedade sobre os riscos do esgotamento profissional. Também, dentro de empresas, deve-se criar ambientes humanizados, para que o funcionário possa ter uma “queda de estresse.”