Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 25/03/2021

Segundo o filósofo John Stuart Mill, o homem é soberano sobre seu próprio corpo e mente, e isso vem a ser uma ideia errada sobre o atual cenário do esgotamento físico e mental da população ligado ao meio profissional. Deste modo destacam-se dois aspectos relevantes: A alta cobrança dos chefes em relação aos seus funcionários e o medo desses profissionais de perder o emprego.

Em primeiro plano, podemos destacar a cobrança dos chefes imposta aos funcionários. Dessa forma por se sentirem pressionados, os servidores assumem altas cargas de trabalho para superar as expectativas da empresa, como afirma a psicóloga da Hapvida Saúde, Lívia Vieira. Segundo ela, esses profissionais vivem para o trabalho e quando não alcançam o esperado se frustram e perdem o estímulo para desempenhar o ofício.

Além disso é notório o medo de perder o emprego. Consoante a isso de acordo com o The American Institute of Stress, que tem como objetivo tratar pessoas que sofrem com o estresse, o medo de perder o emprego é a principal causa para a ansiedade dos trabalhadores. Mais de 70% dos profissionais afirmam que a incerteza em relação aos seus empregos desencadeia uma série de sintomas físicos e emocionais, como insônia, problemas de concentração, baixa energia, entre outros. Sendo assim esse medo de ficar desempregado é evidente.

Medidas são imprescindíveis para amenizar essa problemática relacionada a Síndrome de Burnout. Por consequinte, cabe as empresas fornecerem um ambiente humanizado por meio de ajudas de profissionais da área psicológica, artística e da saúde, a fim de criar um espaço de refúgio para quando esse trabalhador tiver uma crise de estresse ter uma ajuda para o auxiliar. Somente assim o homem poderá ter um controle maior sobre seu corpo e mente, e terá uma qualidade de vida profissional  melhor.