Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 02/03/2021

Com o advento do capitalismo, o ideal de trabalho extenuo para atingir um êxito econômico quase impossível, fez milhares de pessoas desenvolverem a síndrome de Burnout, imposição da vida profissional sobre a saúde mental. Dessa maneira, com esse sistema cada vez mais presente no cotidiano das pessoas é preciso que o governo se atente à seriedade e agravamentos dessa questão de saúde pública.

A princípio, vale apontar que os transtornos ligados ao trabalho são números altíssimos. Para confirmar, de acordo a revista Veja em 2019 cerca de 86% dos brasileiros sofrem de algum transtorno mental, na maior parte das vezes, motivados pelo serviço ou ambição pelo dinheiro que garante uma falsa felicidade. Portanto, é preciso que iniciativas eficazes sejam tomadas, a fim de proteger a sociedade de sua própria mentalidade.

Nessa lógica, cabe ressaltar a falha governamental no compromisso de sastisfazer os anseios do povo e garantir o bem-estar geral. Para contextualizar, é precioso citar a frase do chanceler alemão Bismark, “A política é a arte do possível”. Contudo, o sistema político brasileiro se mostra incapaz na arte de cuidar da sanidade mental do corpo social. Logo, é essencial que este órgão atente-se a gravidade da sindrome de Burnout.

Por conseguinte, o governo deve combater os transtornos mentais, por intermédio da disponibilização de psicólogos, de modo a contemplar toda população com verbas direcionadas à saúde pública. Ademais, a mídia ligada às escolas, difusoras de informação, devem conscientizar as pessoas quanto a essas doenças, por meio da divulgação dos sintomas e debates interativos com profissionais do setor, de forma a orientar a procurar ajuda médica. Assim, o Brasil terá limites entre o capitalismo e a saúde mental.