Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 10/03/2021

O mal do século

De conformidade com Lair Ribeiro: “Aquele que não tem tempo para cuidar da saúde terá que arrumar para cuidar da doença.” Sob tal suposição, percebe-se que a Síndrome de Burnout precisa ser abolida, seja pelos índices de  trabalho excessivo, seja pelas consequências drásticas à saúde.

Diante desse cenário, vê-se o significativo grau de estresse gerado pelas horas excessivas de ofício. Consequentemente, acontece o que foi conceituado na Sociedade do Desempenho por Byung Chul- Han, esta que se preocupa de forma demasiada com com seu empenho. Prova disso é que segundo a Stress Management Association, cerca de aproximadamente 70% da população não sofre dessa calamidade. Todavia, a problemática merece debate igual, pois é um quadro social em crescimento. Por isso, medidas devem ser tomadas.

Nessa linha  de pensamento, evidencia-se problemas de saúde gravíssimos. Nesse contexto, merece destaque a depressão que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente quatro por cento da população sofre, sendo que o Brasil tem a maior taxa de ansiedade. Por conseguinte, essa estatística também pode resultar em suicídios, uma vez que são diversos os problemas oriundos dessa Síndrome.

Incumbe-se, portanto, ao Bradesco e a Apple promover palestras para seus funcionários por meio da secretaria de recursos humanos de cada instituição. Com efeito, o Brasil terá menos índices de doenças mentais. Assim, todos desenvolverão o cuidado com a saúde, segundo Ribeiro.