Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 13/03/2021
“Pensamos demasiadamente e sentimos muito pouco. Necessitamos mais de humildade que de máquinas. Mais de bondade e ternura que de inteligência. Sem isso, a vida se tornará violenta e tudo se perderá”. A frase, do escritor e ator britânico Charle Chaplin, faz alusão ao contexto exaustivo do trabalho presente no seu cotidiano. Tal menção pode ser verificada nos dias atuais, logo, quando presenciamos as consequências que o aumento de estresse e infelicidade nos âmbitos profissionais e escolares, atinge diretamente a conjutura da sociedade. Em decorrência disto, pode-se dizer que, a desorganização na gestão do trabalho e a falta de interesse não estabelecida na comunidade sobre o campo psicologico, afeta o desenvolvimento de estabilidade do ser humano.
A princípio, desde da implatação da Revoluçao Industrial no mundo, é explicitamente nítido o clico de trajetória que as pessoas vivem em funçao do capitalismo. O trabalho mesmo, mostra o quanto as pessoas tem encargo de ser sempre competente e amistoso no seu ofício. Entretanto, as vias de conduta tomada pelas empresas, que não exercem boas condições de respeito e administração, acabam esgotando e limitando o indivíduo, causando sentimentos de incapacidade e irritabilidade.
Referente a isto, ressalta-se que, nos dias atuais há uma falta de investimentos na elaboração de métodos que ajudem no âmbito mental. Essa aplicaçao deveria visar desde das escolas até o trabalho, visto que, a preocupaçao em ser “perfeito” na vida adulta vem desde cedo. Com isso, os vãos deixados nos atendimentos especializados na adolescência, traz sequelas imintente que vai gradualmete fundir a exaustão do sujeito, aplicando-se na fase escolar do ensino médio, faculdade e especificamente no trabalho.
Assim, percebe-se o quanto à vida profissional pode trazer o esgotamento do indivíduo, seja físico ou mental, em consequências da má infraestrutura aplicada na sociedade. Com isso, o governo estadual e federal deveriam disponibilizar, obrigatoriamente, nas escolas e universidades, profissionais especializados na psicologia para auxiliar e encamiar os alunos ao auto conhecimento, assim, ajudando na criação de estabilidade emocional, necessária futuramente no campo profissional. O governo também deveria atuar na elaboração de novas fiscalizações condutoras sobre as empresas, por meio da criação gestorias específicas na área de leis trabalistas. Garantindo o desenvolvimento mais saudável para lidar com as demandas de estresses em ocasiões de convivências. Trazendo por fim, um local mais prazeroso e confortável.