Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 13/04/2021
O descuido se relaciona com a auto sabotagem. De acordo com o filósofo alemão, Arthur Schopenhauer, “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.” Colocar o trabalho acima da higidez, ignorando o estresse e limites do corpo e sem que haja devidas pausas, pode resultar no esgotamento conhecido como síndrome de burnout. Esse problema afeta negativamente não só a vida profissional como também reflete na realização de outras atividades cotidianas por provocar outros problemas como a ansiedade.
Por conseguinte este fenômeno é um mal-estar que afeta a vida de muitos indivíduos. Segundo a ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho), 72% dos brasileiros sofrem alguma sequela do estresse e 32% sofrem da síndrome. A rotina exigente, principalmente de profissionais que lidam com pessoas como médicos e professores e que tenham um alto desgaste mental durante os longos turnos, são os mais afetados, pois esse tipo de atividade demanda muito esforço e são exercidas durante grandes períodos de tempo. Enfim é importante reconhecer o burnout como risco ligado ao excesso de trabalho.
Por causa da grande exigência em continuar produzindo, não se percebe a sobre carga que diminui a produtividade. Dificuldade de concentração, cansaço excessivo e alterações repentinas de humor são alguns dos sintomas da síndrome de burnout por isso além de afetar a saúde também reflete no mal desempenho do profissional. Isso facilmente pode resultar em quadros de ansiedade ou depressão pois o indivíduo passa a não conseguir cumprir com as tarefas com o vigor de antes, isto é, não atingindo as expectativas e aumentando o estresse. Logo o esgotamento, decorrente da situação, afeta a qualidade do trabalho e de vida, por isso é necessario dar atenção a esse problema.
Portanto, a síndrome de burnout é resultante do estresse e cansaço excessivo e pode ocasionar outros problemas além dos sintomas gerais. Então para reduzir a porcentagem de pessoas afetas pela síndrome é necessario que o Ministério do trabalho em conjunto com o Ministério da Saúde previna os trabalhadores de excederem os seus limites, através de melhor divisão de turnos de trabalho para que não haja sobre carga e também deve ser incentivado aos funcionários a realização de outras atividades como exercícios físicos ou hobbies que ajudam a melhorar não só a saúde mental como física. Dessa forma evitando que esses indivíduos sofram por este fenômeno.