Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 21/04/2021

Nas revoluções industriais trabalhadores eram expostos até 16 horas horas diárias de trabalho, o que afetava sua saúde. Dessa maneira, as atuais circunstâncias trazem consigo as hipóteses, baseado em pressões psicológicas e trabalho excessivo, trazendo a síndrome de burnout, o que traz negatividade aos contribuintes.

Na primeira análise, percebe-se que a intensificação digital contribuiu com tal situação. Dessa forma, a digitalização trouxe consigo a alteração dos modelos de trabalho e uma sobreposição de tarefas aos trabalhadores, forçando-os a um nível de exigência exacerbado, prova disso é que cerca de 30% dos trabalhadores contratados com problemas psicológicos, de acordo com a ISMA (International Stress Management Association). Por isso, fica evidente que esta é uma problemática oferta e importante.

Além disso, o alto desemprego tem grande nesta situação atual. Desse modo, o nível de pessoas sem emprego de força os prestadores a exercer suas funções com excelência, com base no medo de perder de sua função, como confirmados dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de que a desocupação afetada todas as áreas de serviço e abrange um total de 12 milhões de brasileiros. Portanto, há uma grande influência dessa situação na saúde do trabalhador.

Em síntese disso, perceba que a situação precisa de mudanças e se faz presente. Logo, o Ministério do Trabalho deve trabalhar para apresentar projetos de leis que infiram na forma de trabalho que forçar o abuso dos colaboradores, por meio de fiscalização dos meios de trabalhos e metas, obrigando empresas a expor suas ideias. Outrossim, o projeto deve abrir uma permanência de psicólogos e o promovimento nas instituições, para atendimento de seus funcionários em caso de comprovação de problemas e conscientizar as pessoas quanto a forma saudável de trabalho, fim de combater este mal e acabar com ele num curto espaço de tempo.