Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 28/05/2021

O filme “Soul” apresenta a história de Joe, que durante sua jornada conhece as “Almas Perdidas”, indivíduos que não conseguem se livrar de suas ansiedades e obsessões e ficam perdidos, desconectados da vida. No entanto, a ficção não é diferente da realidade, enquanto diversas pessoas desenvolvem Síndrome de Burnout pelo exagero de atividades profissionais. Dessa forma, é evidente a problemática cresce não só devido ao excesso de trabalho mas também a falta de medidas governamentais.

Em primeira análise, cabe analisar a ausência de medidas governamentais para combater a síndrome de Burnout. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, o Estado foi criado para assegurar o direito dos indivíduos, eliminar as condições de desigualdade e, assim, promover a coesão social, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, o número de horas de trabalho cresce cada vez mais, o que afeta a saúde psicológica das pessoas. Dessa forma, faz- se necessário a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Além disso, o excesso de trabalho também pode ser apontado como promotor do problema. Durante a Pandemia, diversas pessoas tiveram a rotina “virada do acesso”. Segundo pesquisas, 83% dos profissionais de saúde foram diagnosticados com síndrome de Burnout diante da linha de frente contra a COVID-19.

Em vista dos argumentos apresentados, medidas severas devem ser tomadas para diminuir os casos da problemática. É necessário que o Governo Federal por meios fiscais, fazer com que empresas ofereçam um ambiente de trabalho saudável e estável. Logo, com o intuito de diminuir os casos de síndrome de Burnout e manter a saúde mental da população.