Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 28/07/2021
Na exibição da série “Suits”, a corriqueira vida do advogado “Harvey Specter” é retratada sobre fortes pressões e exigências, as quais comprometem à saúde mental do personagem. Longe da ficção, é possível afirmar que as rigorosas cobranças no mercado de trabalho e a ausência de empatia nas relações profissionais representam sérios riscos para o bem-estar de várias pessoas. Com efeito, exprime-se a necessidade de melhorias, a fim de solucionar essas pertinentes divergências.
Somado a isso, faz-se necessário entender sobre essa problemática no cenário atual a partir da descrição de causas e consequências expressas nessa realidade. Nesse contexto, em uma reporta - gem realizada pelo programa jornalístico Conexão Repórter, em 2019, os registros de casos relaciona - dos a síndrome do pânico, como também de depressão, foram alarmantes no quadro brasileiro. Além disso, é categórico ressaltar que as rigorosas cobranças no mercado de trabalho colaboram, lamenta - velmente, para inúmeras prejudicialidades, como sobrecarga psicológica e física, na saúde de vários profissionais, os quais tornam-se vítimas dessas doenças na sociedade.
Junto a isso, em uma matéria publicada pelo portal de notícias R7, a Síndrome de Burnout torna-se cada vez mais recorrente, entre adultos de 25 a 35 anos, pela intensificação de exaustivas horas de trabalho. Outrossim, as consequências presentes nessa entristecedora realidade são lastimáveis. Dentre essas, a utilização de fármacos, sem acompanhamento médico, para suprir demandas profissionais e a instabilidade mental ocasionada pela pressão do ambiente de trabalho são alguns exemplos dessas pertinentes divergências. Por conseguinte, é relevante frisar que a ausência de empatia, em muitas empresas, inclui-se como um dos principais referenciais para a persistência desses problemas, os quais, deploravelmente, são isentos de visibilidade para progressivas melhorias nesse quadro.
Consoante aos aspectos mencionados, é evidente a necessidade de propostas para reverter essa situação. O Ministério da Saúde, portanto, por intermédio da implementação de leis, as quais destinem projetos de apoio para auxiliar no combate dessas divergências, como palestras e congressos de cunho educativo, por meio da participação de psicólogos e psiquiatras, assim como pela utilização de campanhas publicitárias, deve aplicá-las, com o intuito de diminuir essas prejudicialidades. Dessa forma, tal ato será crucial para interver nessas dificuldades e educar dirigentes e funcionários a lidarem com mais empatia e menos esgotamento físico e mental. Só então, a superação dessa problemática ocorrerá gradativamente nesse cenário.