Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

Muito se discute sobre a Síndrome de Burnout que nada mais é do que o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional. Ademais, baseando-se em um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que os sintomas ligados a depressão e a ansiedade afetou cerca de 47,3% dos trabalhadores de serviços essenciais durante a pandemia. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um problema grave, em virtude do esgotamento físico e mental na vida profissional.

Em primeiro lugar, a principal causa da doença é o excesso de trabalho. Essa síndrome é muito comum nas pessoas que trabalham sob pressão e com responsabilidades enormes, como por exemplo médicos, enfermeiros, policiais, jornalistas e etc. Contudo, a síndrome pode entrar em evidência quando o profissional é escalado para realizar trabalhos extremamente estressantes e difíceis e por algum motivo aquela pessoa não se sente capaz o suficiente para cumprir a tarefa ordenada.

Em segundo lugar, a OMS (Organização Mundial da Saúde) relatou que durante a pandemia os casos relacionados a Síndrome de Burnout têm sido prejudicial aos trabalhadores que estão sofrendo com os impactos. Dessa forma, é possível compreender que as empresas tem responsabilidade em fomentar o problema, já que é dever oferecer aos trabalhadores condições básicas de saúde e segurança.

Diante dos fatos apresentados, é mister que o Ministério da Saúde promova uma melhora no sistema básico de saúde para que todos os cidadãos possuam acesso de qualidade ao SUS (Sistema Único de Saúde). Deve haver, também, um investimento em palestras e debates de conscientização e prevenção relacionados a síndrome. O Ministério do Trabalho por sua vez promova medidas judiciais as empresas que não oferecem condições básicas de saúde e segurança na vidas dos trabalhadores.