Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 15/09/2021
O compositor Cazuza em sua cérebre canção: “o tempo não para”, faz uma comparação entre o esgotamento físico e mental ligado a vida profissional. De fato, ele estava certo, pois a síndrome de Burnout do século XXI, é um problema exclusivamente atual. Desse modo, as dificuldades ainda persistem, sejam em exaustão emocional e baixo rendimento profissional.
Essa pespectiva, está entre uma das principais causas da síndrome de Burnout. Por outro lado 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com esse tipo de problema. Dessa forma, é inacreditável que a Síndrome de burnout teve um impacto na qualidade de vida e no trabalho. Em contrapartida, o esgotamento físico resulta na situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.
O baixo rendimento é um dos fatores que agravam o impasse. A idéia de suicídio aparece, muitas vezes, como válvula de escape, decorrente da depressão. Nesse contexto É um problema que atinge profissionais de serviço, principalmente os cuidadores e proficionais que mais sofrem com transtornos mentais de comportamento, demonstrando a fragilidade humana, em que a oferta do cuidado ou serviço ocorre em situações de mudanças emocionais.
Entretanto, fique evidente que a exaustão emocional e baixo rendimento profissiona, são prejudicais e necessário. Por isso o Ministério da Saúde deve investir em campanhas, em escolas e ambientes de trabalho e exemplos de Agentes Comunitários de Saúde, visto que esses profissionais trabalham diretamente no cuidado a outras pessoas e consequentemente, minimizar a síndrome de Burnout. Todavia, tratando das causas e consequências, pode ser que, de fato, esses pacientes sejam soberanos sobre seu próprio corpo e mente.