Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 18/09/2021

O sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman, retrata em sua obra “modernidade Líquida” a fluidez das relações sociais e a rapidez na maneira em que as pessoas transforam seus estilos de vida. De maneira análoga a isso, o esgotamento físico e mental da síndrome de Burnout, é um reflexo dessa recente mudança de estilo de vida. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a importância das doenças mentais e a importância de dividir a vida pessoal, da profissional.

Em primeiro plano, podemos destacar a importância das doenças mentais. Segundo a OMS, “assim como a física, a saúde mental é uma parte integrante e complementar à manutenção das funções orgânicas.” Sendo dessa forma essencial para que o indivíduo tenha a capacidade necessária de executar suas habilidades pessoais e profissionais.

Além disso, é notória a importância de dividir a vida pessoal, da profissional. Consoante a isso, nas palavras de William James “O ser humano pode alterar a sua vida mudando a sua atitude mental.” Sendo assim, para que possamos ter maior produtividade e saúde mental, deve-se separar a vida profissional, da pessoal.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham conter o esgotamento físico e mental do trabalhador. Por conseguinte, cabe Ministério do Trabalho, garantir cartilhas informativas e preventivas sobre a síndrome de Burnout, a fim de preservar a saúde mental do trabalhador. Somente assim, será possível aumentar a produtividade, zelando pelo bem estar do empregado.