Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 14/09/2021
Com a Primeira, Segunda e Terceira Revolução Industrial as formas de trabalho foram alteradas de maneira drástica. Já próximos da Quarta Revolução Industrial, o advento da tecnologia e avanços dos meios de comunicação, o trabalho deixou de ser somente na empresa no horário de expediente para ser em todo lugar a qualquer hora do dia, o que contribuiu para o aumento da síndrome de Burnout.
Pode-se afirmar que a flexibilização do serviço tem aumentado devido as novas plataformas digitais que permitem a comunicação dentro e fora das empresas. Essas foram ainda mais necessárias depois da pandemia de COVID-19, em 2020, quando a população passou a trabalhar no ambiente familiar. Desde então uma tarefa que levaria pouco tempo para ser realizada, passou a se estender por mais tempo.
Por conseguinte, o trabalho excessivo se tornou rotina na vida de muitos brasileiros e, assim, passou a sobrecarregar física e mentalmente essas pessoas, em muitas delas desenvolvendo a síndrome de Burnout. Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, essa síndrome tem afetado mais de 30 milhões de brasileiros, se mostrando presente no cotidiano da população.
Portanto, cabe as Empresas de todos os setores com o auxilio do Ministério da Saúde, responsável pela administração e manutenção da Saúde pública do país, contribuir com a saúde física e mental da classe trabalhadora realizando palestras nas empresas, ministradas por profissionais da área psicológica, sobre formas de separar a vida pessoal da vida profissional. Além de buscar parcerias com profissionais da área psicológica para o fornecimento de descontos nas consultas dos funcionários dessas empresas. A fim de oferecer apoio e prevenindo o desgaste psicológico dos colaboradores.