Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

Segundo dados da International Stress Management Association (ISMA), o esgotamento mental no Brasil é bastante comum, pois quase um terço dos trabalhadores sofre de síndrome de burnout. Nesse caso, há evidências de que mesmo após a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), esses funcionários ainda proporcionam alto retorno profissional à contratada, pois têm explorado em grande medida os profissionais.

Nesse contexto, é valido ressaltar que o esgotamento profissional tem efeitos prejudiciais à economia. Isso porque os profissionais que desenvolvem a síndrome dificilmente se mantêm no mercado de trabalho, devido aos problemas ocasiona dos no corpo humano. Concatenando com essas causas, segundo uma pesquisa realiz ada pela ISMA (International Stress Management Association), em nove países, o Brasil ocupa o segundo lugar em nível de estresse. Além disso, a síndrome afeta trinta e três milhõe s de brasileiros

Além disso, o excesso de trabalho pode produzir estresse, falta de sono e cuidados básicos descuidados, como alimentação e saúde. Isso promove o desenvolvimento de doenças como a síndrome de burnout, que é um estado de exaustão física e mental. Se não for tratada, pode causar depressão e ansiedade. Segundo levantamento da ISMA-B, 12% dos profissionais brasileiros sofrem com a doença. A cena que precisa ser mudada.

Diante do exposto, pode-se inferir que para a construção de um Brasil melhor ainda existem obstáculos para a garantia do direito à saúde e à satisfação social. Portanto, o legislativo precisa urgentemente promulgar uma lei para garantir que cada empresa tenha pelo menos um psicólogo para cuidar de todos os funcionários todos os meses para garantir que sua saúde mental seja melhorada. Além disso, o sindicato deve exigir melhores condições de trabalho, como ter pelo menos 3 dias de descanso por mês para descanso físico.