Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/09/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Todavia, o excesso de afazeres no ambiente de trabalho causam doenças físicas e mentais nas pessoas e sequelas como exaustão extrema e estresse.
Em primeiro plano, vale ressaltar que no local de trabalho há muitas cobranças da empresa com os funcionários e, para não perderem o emprego, essas pessoas trabalham mais com o objetivo de serem os melhores nos expedientes. Com isso, geram-se situações de trabalho que demandam muita competitividade entre os colaboradores, o quais resultam em sentimentos como exaustão extrema e esgotamento físico neles.
Além disso, trabalhos desgastantes e que demandam muita responsabilidade acarretam distúrbios emocionais como estresse e irritabilidade, causado pelo excesso de obrigações, nas quais ocorrem frequentemente com os profissionais da saúde. De acordo com um estudo realizado pelo PEBMED (portal de saúde), 78% dos profissionais de saúde tiveram sinais de Burnout no período da pandemia em 2020.
Logo, para que a Síndrome de Burnout e as consequências ocasionadas por ela sejam evitadas e que os casos diminuam, os trabalhadores devem respeitar os limites de esforços físicos e mentais de cada um, assim evitarão possuir excessos de serviços e os sintomas de Bornout. Ademais, a empresa deve ser aliada aos funcionários, fazendo estratégias eficazes como melhorar a qualidade de vida, saúde mental e física deles, com isso, o profissional não perderá a competência no trabalho e trabalhará em um ambiente confortável.