Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

No filme “À procura da felicidade”, a trama mostra a rotina exaustiva de um vendedor pelo fato de que há baixíssima procura pelo produto que ele vende. Por ter uma carga horária intensa, seu psicológico é afetado. Apesar de ser uma história real, a obra traz uma perspectiva sobre o impacto do excesso de trabalho na saúde mental. Sob tal ótica, essa conduta contínua afeta o rendimento do trabalhador e acarreta em doenças, como a Sídrome de Burnout.

Inicialmente, é válido ressaltar que, A síndrome de Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico registrado desde 1974 no grupo 24 do CID-11, como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego. Além disso, sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes.

Ademais, no ano de 2020 começou uma pandemia global de Covid-19 que se estende até os dias atuais. Logo, o índice de desemprego aumentou exorbitantemente no Brasil, preocupando e desgastando ainda mais os trabalhadores. Imprevistamente, a maior parte da população teve que trabalhar em casa, uma até então novidade difícil de adequar-se e com vários desafios, causando maiores estresses e desgastes. Isso facilita o desenvolvimento de doenças como a Síndrome de Burnout, um estado de esgotamento físico e mental que, se não tratada, pode resultar em depressão e ansiedade. Segundo pesquisas feitas pelo ISMA-B, 30% dos profissionais brasileiros sofrem dessa doença. Um cenário carecente de mudanças.

Dado oo exposto, medidas são necessárias para resolver os impasses. Faz-se mister que o Governo, por meio do ministério de saúde e das mídias sociais, desenvolva campanhas, acompanhamento psicológico, além de conscientizações sobre as doenças mentais ligadas a Sídrome de Burnout que sejam divulgadas em propagandas, redes sociais, Tv e rádio. A fim de diminuir as taxas de pessoas afetadas pelos efeitos da síndrome. Assim tornará o Brasil mais justo e livre de adversidades como no filme “À procura da felicidade”.