Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

Ao analisar a sociedade em relação as condições das saúdes mentais, verifica-se uma série de doenças, síndromes e transtornos que aparecem com certa significatividade na população. Dessa maneira, vê-se como exemplo a síndrome de burnout, que é o esgotamento profissional, ou seja, excesso de trabalho, e mais recentemente com a influência da pandemia, percebeu-se um aumento no número de casos dessa síndrome. Com isso, faz-se necessário intervir para evitar esse problema.

Em primeira análise, é necessário entender as diferentes fases da síndrome, que são a necessidade de aprovação, excesso de trabalho, deixar necessidades pessoais de lado, recalque de conflito, negação do problema, afastamento e mudanças de comportamento. Esses sinais aparecem de forma progressiva em diferentes ambientes de trabalho, e em muitos dos casos, as pessoas infelizmente não percebem a situação, e entram nos índices de casos.

Como resultado, 78% dos profissionais de saúde tiveram sinais de Síndrome de Burnout no período da pandemia. A prevalência foi de 79% entre médicos, 74% entre enfermeiros e 64% entre técnicos de enfermagem. Dados esses de um estudo realizado pela PEBMED (portal de saúde), publicado em novembro de 2020. Além dos médicos e enfermeiros, outras profissões também são mais afetadas, como bombeiros, policiais e professores, que pelo esgotamento físico e mental, desenvolvem outros problemas.

Tendo em vista os aspectos observados, conclui-se que há um grande problema a ser solucionado, por isso é mister que medidas sejam tomadas, tais como palestras e consultas com psicólogos, nos ambientes de trabalho, como por exemplos nas empresas, e estas precisam ser responsabilizadas pela saúde de seus profissionais, além de físicas com os exercícios laborais, mas também mentais, a fim de evitar estresses e possíveis problemas como a da síndrome, diminuindo assim índices de dpressção, transtornos mentais, doenças, e outros.