Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 13/09/2021
O livro O Cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que esgotamento físico e mental ligado à vida profissional no Brasil afetam a sociedade e pode ocasionar graves consequências. Assim, seja pelo desenvolvimento de problemas de saúde mental, seja pela falta de empatia da empresa, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
A princípio, vale lembrar que assim que profissionais passam a atuar sob uma grande pressão do contratante, isso pode acarretar uma rotina exaustiva. Sabe-se que devido a essa alta expectativa muitas pessoas acabam desencadeando um distúrbio causado pelo esgotamento profissional, isso se deve principalmente devido ao direcionamento de toda a energia para apenas para o trabalho. Segundo a International Stress Management Association (ISMA) Cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome. Paralelo a isso, é importante ligar esse problema com o desenvolvimento problemas emocionais como estresse, depressão, ansiedade, insônia, dor de cabeça, esgotamento físico e mental, podendo acarretar até mesmo pressão alta.
É importante mencionar que a síndrome de Burnout prejudica não apenas o âmbito profissional, mas todas as outras áreas da vida Isso porque é preciso manter o equilíbrio entre o trabalho e um vida saudável. Por isso, segundo dedicar um momento do dia ao auto cuidado é primordial para a saúde menta. Além disso é essecial evidenciar que isso ocorre apenas devido a falta de prevenção, ou seja, a ausência de relaxamento, em meio à rotina, para desacelerar a mente.
Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para resolver o impasse. Para tanto, o Ministério da Saúde deve criar campanhas e reportagens a fim de alertar à população das consequência da exaustão no trabalho que podem ser acarretadas. Ademais, pode-se também dizer que é dever do Ministério do Trabalho planejar um projeto de diminuição de horas trabalhistas ou de exclusão de um dia da semana para que o rendimento dos trabalhadores brasileiros possam ser maiores de forma que cause diminuição nos impactos psicológicos.