Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 15/09/2021

As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm mostrado com frequência que o Brasil sofre com inúmeros problemas relacionados a síndrome de burnout. Os principais fatores que contribuem para essa problemática são o excesso de trabalho e competitividade. Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver a situação.

De início, é valido reconhecer como o trabalho excessivo limita a cidadania do indivíduo que tem direito ao bem-estar social. Segundo Gilberto Dimenstein, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país, o Brasil ainda é negligente quando o assunto é a exorbitante quantidade de tarefas. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Outrossim, discussões importantes como sobre a rivalidade no serviço têm ficado à margem das prioridades da população brasileira. Nesse viés, o controle social representa uma ferramenta indispensável para combater a omissão do governo frente ao problema. De acordo com o filósofo e sociólogo alemão Theodor Adorno a emancipação do cidadão deve partir da autonomia e da autorreflexão. Portanto, faz-se mister que o brasileiro se veja como parte integrante da comunidade em que vive, pois só assim será capaz de nela intervir.

Portanto, torna-se evidente, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do próprio individuo portador da síndrome definir pequenos objetivos na vida profissional e pessoal, mantendo uma rotina saudável de sono e participando de atividades de lazer na tentativa de garantir uma melhorar do indivíduo por exemplo. Espera-se, dessa forma, que os casos de síndrome do esgotamento profissional se tornem menos comuns.