Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

Actualmente, o excesso de trabalho e a dependência do trabalho estão a afectar a sua saúde física e mental, sendo este um dos grandes desafios do século 21. Dada a crescente competição de mercado, o fim deste nível de procura trará consequências desagradáveis ​​para as pessoas. Indivíduos seguem diretamente proporcionalmente.

É importante destacar que a contínua e progressiva especialização do trabalho é algo bom e importante para a sociedade, pois é aí que surgem novos produtos e serviços. No entanto, é importante notar que o excesso de trabalho pode levar a uma variedade de doenças mentais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome de burnout ou síndrome de burnout do trabalho ocorre quando um indivíduo se torna viciado em trabalho, física e mentalmente exausto, dando lugar a doenças como gastrite, depressão e ansiedade. Ademais, o padrão verificado na maioria das sociedades pós-modernas contribui para o surgimento de doenças e uma contínua e progressiva deterioração da saúde mental.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 75.300 trabalhadores foram diagnosticados com depressão ou ansiedade em 2017. De acordo com observações, os transtornos mentais causados ​​pelo vício no trabalho têm feito com que milhares de trabalhadores em todo o Brasil os incapacitem e alienem. Em 2017, eventos como depressão causaram 43.300 faltas por doença, enquanto a ansiedade causou outros 28.900 absenteísmo.

Obviamente, medidas precisam ser tomadas para resolver os transtornos mentais causados ​​pelo excesso de trabalho. Nesse sentido, além de apoiar e tratar psicologicamente os deslocados, o governo federal precisa destinar mais investimentos para a criação de programas voltados para a redução do absenteísmo por transtornos mentais e  fisicos.