Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

Para o sociólogo Emile Durkheim, em seu livro “Suicídio”, ele mostrou que o suicídio não é um fator pessoal, mas social, que envolve toda a sociedade, não apenas o suicídio. Nesse sentido, é eficaz analisar e debater a necessidade do adoecimento mental.

O acúmulo de tarefas e necessidades formou a síndrome de burnout em grande parte da população, que é um tipo de estresse causado pelo cansaço do trabalho. De acordo com levantamento do ISMA-BR com mais de 100 mil trabalhadores brasileiros, 30% deles têm a síndrome. No entanto, como a maioria das pessoas não acha que a saúde mental é um problema, muitas pessoas não procuram ajuda médica.

No entanto, a falta de debate sobre o assunto torna os transtornos mentais principalmente intransigentes para o indivíduo, resultando em visões errôneas sobre o estado mental de pessoas que necessitam de orientação médica. Porque essa doença geralmente é vista como falta de força de vontade ou desconforto temporário. Portanto, algumas pessoas carecem de sensibilidade e conhecimento, o que dificulta a busca por ajuda de quem precisa, agravando ainda mais o problema.

Portanto, considerando que a doença mental é um fator social, o Ministério da Saúde deve investir no esporte, na escola e nos ambientes de trabalho. E a forma como a família e os amigos podem ajudar os necessitados.