Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/09/2021
Ao observar a perspectiva atual das pessoas no âmbito profissional, é visto um grande avanço na técnica de organizar funções de qualquer indivíduo nas empresas, aumentando o número de atividades e a produtividade de cada um que influência nos resultados. Apesar das regalias da produção e do melhor empenho dos funcionários é encontrado algumas decorrências por causa da excessiva dedicação no trabalho, trazendo fadiga física e mental para o profissional. Essa doença chamada síndrome de Burnout na maioria dos casos, é devido as empresas aderir bastante trabalho para o empregado e a falta de gestão de tempo que é feita pelo próprio trabalhador.
Investigações que mostram as razões pelas quais as empresas trabalham excessivamente são os abusos da empresa, que estabelecem metas inatingíveis e pressões para que os funcionários atinjam essas metas. De acordo com pesquisa realizada pela Qualintin, 21% dos gestores entrevistados acreditam que as metas que traçam não podem ser alcançadas. Porém, essa estratégia tem um resultado contraditório devido ao estresse. Os colaboradores, por vezes, vivenciam o caos organizacional, a desatenção e o desânimo no trabalho, o que reduz seu desempenho e causa prejuízos à empresa. De acordo com cálculos da ISMA em 2010, uma perda de 3,5% do PIB do Brasil devido ao cansaço do trabalho causou uma queda na produtividade.
Paralelo a esse problema, o próprio funcionário as vezes não consegue administrar melhor seu tempo para ter um tempo livre, acabando assim a ter menos período para ele mesmo. Meditando nos dados analisados pela Pontotel, a gestão do tempo é o processo de priorizar e organizar o trabalho para otimizar o tempo que o profissional leva para realizar cada tarefa. Essa gestão envolve planejamento e execução para melhorar e aproveitar o tempo, aumentando a produtividade e a eficiência do trabalho. A falta dessa metodologia, pode acarretar uma falta de ânimo para o empregado e queda no rendimento na produção individual.
Obviamente, o excesso de trabalho afeta diretamente a saúde mental e a produtividade dos profissionais. Portanto, para alterar esse quadro, o Ministério da Economia contatou a Secretaria do Trabalho e o auxílio do Departamento de Recursos Humanos de fiscaliza a empresa por meio de relatórios anônimos em navegadores da entidade e visitas mensais de fiscais. O objetivo do Ministério é evitar que o pessoal administrativo abuse da carga de trabalho e abuso verbal. Além disso, a empresa implementa um projeto de ação em saúde, que proporcionará semanalmente psicólogos, massagistas, treinadores esportivos e palestras sobre os riscos do excesso de trabalho na fábrica. Nesse caso, o funcionário obtem momentos valiosos para aproveitar as melhores coisas da vida.