Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/09/2021
Como previsto na Constituição de 1988, todo cidadão brasileiro tem por garantia o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, o excessivo trabalho por parte de algumas pessoas, acaba gerando doenças físicas e mentais, impossibilitanto que essa parcela da população desfrute desse direito na prática.
Em primeiro plano, é importante destacar uma pesquisa feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que evidencia efeitos gerados da Síndrome de Burnout relacionado com sentimentos negativos. Esse cenário caótico, gera malefícios para a saúde e geralmente é intensificado na era digital, visto que essa aumenta a pressão sem cotidiano patronal. Nessa perspectiva, nota-se que o esgotamento ocorre no serviço, tende a diminuir o convívio familiar, momentos de lazer e diversão.
Além disso, o trabalho em excesso gera estresse, falta de sono e descuido com cuidados básicos, como alimentação e saúde. Isso facilita o desenvolvimento de doenças como a Síndrome de Burnout, um estado de esgotamento físico e mental que, se não tratada, pode resultar em depressão e ansiedade. Segundo pesquisas pelo ISMA-B, 30% dos profissionais recuperar dessa doença. Um cenário carecente de mudanças.
Por todas essas razões é imprescindível ao órgão governamental para mitigar o esgotamento dos profissionais. Cabe ao Ministério da Cidadania , desenvolver políticas públicas, por meio de leis e investimentos, que deem apoio aos trabalhadores, como a preparação de palestras e consultas com profissionais da psicologia, a fim de reduzir o esgotamento profissional. Desse modo, os objetivos da República cumpridos na Constituição estão mais próximos da realidade