Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/09/2021
A síndrome do “Burnout” tem cada vez mais se tornado comum na vida dos trabalhadores no século XXI, isso se deve muito à primeira revolução industrial entre os anos de 1760 à meados de 1820, que mudou totalmente a relação de tempo no trabalho, passando assim a possuir uma carga horária bem maior do que a de costume na época, mudando o tempo regido pelo sol, para o tempo regido pelo relógio.
De tal modo, que as relações de trabalho cada vez mais se tornaram estressantes para os empregados, tendo de encarar mais horas de trabalho e quase sempre sem uma remuneração digna.
E os sintomas só foram se agravando com as evoluções tecnológicas, como o computador e o celular(smartphone), que mesmo por serem grandes aliados, trazem perigo com sua alta exposição a luz branca, agravando mais os sintomas como dor de cabeça e desgaste físico.
Tratando-se de um problema muito sério, a síndrome de “Burnout” pode desnecadiar outras, como a depressão, quem vem sendo no atual século uma das causas de mortes mais frequentes, sendo até considerada a “doença do século” devido ao alto índice de pessoas com depressão pelo mundo inteiro.
E num mundo totalmente conectado, com padrões extremos de estilo de vida “perfeito” muitas pessoas se idealizam, sendo diretamente influênciados por “digital influencers” e acabam por muitas vezes se frustrando, o que agrava a situação do cansaço extremo.
Com isso, torna-se viável, que as impresas invistam na saúde emocional de seus empregados, oferecendo tratamentos psicológicos para poderem lidar com estress, sendo também uma forma de adiquirir inteligência emocional.
Também cabe ao legislativo proporem leis que ofereçam tratamento psicológico gratuito pela rede pública de saúde, visando assim mais acessibilidade para a população usurfruir de um tratamento de qualidade, melhorando em muito sua qualidade de vida, evitando que a síndrome de “Burnout” se torne cada vez mais comum.