Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

O mito da caverna, de Platão, explica a situação de pessoas que se recusavam a observar a verdade em virtude do medo de sair de sua zona de conforto. De maneira analóga, percebe-se que, em pleno século XII, a realidade brasileira caracteriza-se com o mesmo impasse no que diz respeito ao esgotamento físico e mental ligado á vida profissional. Diante disso, existem fatores que favorecem esse quadro de iniquidade como o sistema econômico vigente, além dos transtornos e doenças que são acarretados.

Em primeiro plano, verifica-se que o capitalismo é um impecilho presente no país. Nesse sentido, entende-se que isso se deve ao fato de que o homem é tratado como uma máquina, tendo que trabalhar arduamente em troca do recebimento de pequenas recompensas. Nesse contexto, de acordo com Karl Marx, o homem capitalista prioriza o lucro em detrimento dos valores. Desse modo, fica explícito que o sistema econômico auxilia a disseminar esse entrave.

Outrossim, as consequências acarretadas pelo excesso de trabalho ainda são um grande impasse para a resolução da problemática. A síndrome de Burnout caracterizada pelo esgotamento profissional, segundo a OMS, promove em 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho alguma sequela ocasionada pelo estresse. Desse total, 32% sofrem de burnout, auxiliando, assim, na propagação de um impasse com contornos específicos.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar essa problemática. Logo, o Governo Federal deve investir em centros de apoio aos tratamentos psíquicos relacionado às causas trabalhistas, diminuindo os danos desses indíviduos. Promovendo uma sociedade mais saudável para o futuro.