Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 17/09/2021
É sabido que pessoas tendem a se estressar cada vez mais. Com a sociedade capitalista, trabalham para manter a vida que desejam e adquirir o que quer que queiram. No entanto, essas, ao exercerem além da carga horária ou uma quantia de empregos maior, acabam não percebendo o cansaço mental gerado. Como exemplificado na série “Grey’s Anatomy”, onde os residentes cirúrgicos expandem as horas a serem trabalhadas e sem notar e prejudicam a sanidade mental deles.
Em primeiro plano, é válido ressaltar um motivo plausível para a ocorrência da síndrome de Burnout (distúrbio emocional com exaustão extrema). Um deles é a condição de trabalho desgastante. Essa causa sintomas tanto a longo quanto a curto prazo, como irritabilidade, lapsos de memória, ansiedade e dificuldade de concentração. E pode-se analogar toda essa questão com o que foi citado por Gandhi: “as doenças são o resultado não só dos nossos atos mas também dos nossos pensamentos”.
Outrossim, de acordo com pesquisa feita pela International “Stress Management Association(Isma)”, 30% dos milhões de brasileiros convivem com a síndrome. O fato de se doarem nos trabalhos só aumenta a quantidade de pressão imposta sobre eles. Além de consequenciar em doenças futuras, a depressão é um exemplo.
Diante do exposto, medidas são necessárias para amenizar a ocorrência do estresse ocasionado no ambiente profissional. Logo, cabe ao Ministério da Saúde, a tarefa de aumentar a demanda de atendimentos psicológicos dentro das empresas, por meio da criação de uma lei, à vista de garantir a saúde mental e ao mesmo tempo física dos funcionários. Ademais, compete às instituições, o dever de compreender os empregados e auxiliá-los, por intermédio do oferecimento de palestras com profissionais da saúde com o fito de mostrar a importância se cuidar e preservar o bem-estar.