Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 16/09/2021
Na pandemia do século XX, houve uma mudança no âmbito do trabalho quando algumas pessoas começaram a trabalhar por home office exessivamente já outras em hospitais sem horário de descanso e alimentação. Diante disso, surge em muitas pessoas Síndrome do Esgotamento Profissional pelo esgotamento físico e mental. Desse modo, torna-se urgente analisar os impactos dessa síndrome: excesso de trabalho e baixo rendimento profissional.
Diante desse cenário, é pertiente afirmar que a sindrome de Burnout está diretamente ligado a altas cargas sem descanso no trabalho. A respeito disso, sabe-se que, de acordo com o Manual da Pisquiatria Clínica, passar o dia em ritmo acelerado sem pausa pode trazer prejuízos para saúde física e mental. Posto isso, o indivíduo que precisa trabalhar expõe-se ao exesso de trabalho - fica vulnerável a essa doença. Por consequência, surge a depressão e até mesmo problemas no coração como a taquicardia- pode aparecer em situação de nervosismo e estresse.
Ademais, a sindrome de Bornout é um fator principal para o baixo rendimento profissional. Em relação a isso, o ritmo acelerado gera a exaustão junto ao estresse ficando sucetiveis a doenças. Essas, podem causar a falta de produtividade na área de atuação, isso porque, o indivíduo não possui disposições básicas para execução de tarefas simples, pois encontra-se perdido- pode haver o aumennto do número de faltas e abandono do emprego.
Em suma, fica evidente que a Sindrome de Bornout é um complexo problema para o tempo contemporâneo. Assim, o Estado-responsável pelo bem estar da população- deve investir em consultas gratuitas com pisquiatras e terapeutas em postos de saúde com o objetivo de encontrar estratégias para combater o estresse. Em paralelo, o Ministério do Trabalho faça a criação de atestados para essa doença até a recuperação total do trabalhador junto a consultas periódicas de agentes da saúde.