Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 17/09/2021

O esgotamento psíquico é bastante recorrente no Brasil, visto que quase um terço dos trabalhadores, segundo a Internacional Stress Management Association (ISMA), sofrem com a Síndrome de Burnout. Nesse contexto, evidencia-se uma preocupação desses empregados em conceder um alto retorno profissional para os contratantes, esses que em grande parte exploram os profissionais, mesmo após a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), sendo assim torna-se necessário medidas à serem tomadas pelas autoridades para reverter o cenário da problemática.

Em primeiro plano, nota-se que o esgotamento causado no serviço, tende a diminuir o convívio familiar, momentos de lazer e diversão. Ademais, a necessidade de trabalhar, mesmo que de forma conturbada é aceita por ser normalmente a única forma de milhões dos brasileiros manter-se empregados, tendo em vista que o país é bastante desigual e as oportunidades para os que possuem menos renda são raras.

Paralelo a isso,  o sociólogo Durendorf no livro “A lei e a ordem”, diz que a anomia é uma condição social em que as normas reguladoras do comportamento das pessoas perderam sua validade. De maneira análoga é a condição dos milhares de brasileiros fadigados profissionalmente, esgotados em suas carreiras e demandas.

Diante do exposto, para resolver a problemática  é necessário que o Ministério do Trabalho junto ao Estado redija leis para adaptar as condições de trabalho, por meio da colaboração de psicólogos auxiliando os profissionais, pois mesmo que com muito progresso após a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) ainda existe a exploração laboral que gera o esgotamento psíquico. Dessa forma, tais medidas visam combater o empasse de forma precisa e democrática.