Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 16/09/2021
Carlos Drummond de Andrade cita que: “No meio do caminho tinha uma pedra”, metaforizando os desafios que impedem o pleno desenvolvimento de um bem-estar social. Nesse sentido, o texto modernista pode ser aplicado à sociedade atual. Isso ocorre pelo fato do problema da Síndrome de Bornout configurar-se como um obstáculo no caminho do cidadão. Então, é de suma importância analisar as ações que influenciam a sobrecarga e os impactos na saúde.
Primeiramente, pode-se afirmar que a exaustão física e psicológica são uma das maiores mazelas do século. Outrossim, a pandemia do novo corona vírus impulsionou o aumento na carga horária de trabalho com o serviço home-office. Fato esse que gerou espaço para as empresas utilizarem as redes sociais como meio de impor trabalhos mais pesados aos funcionários. Em viturde disso, diversas pesquisas foram feitas e afirmam que no presente a população vem trabalhando mais para conseguir menos.
Ademais, de acordo com Thomas Hobbes: “O homem é o lobo do homem”. Assim, o quadro de saúde é um reflexo da má fiscalização governamental com as condições do proletariado. Devido a isso, problemas de postura, exaustão, insônia e estresse tornaram-se mais comuns, pois os trabalhos se tornaram repetitivos e semelhantes, de maneira a afetar o rendimento e as relações sociais. Desse modo, evidenciando o cenário das pessoas prejudicarem as outras descrito por Hobbes.
Portanto, cabe ao governo, órgão que administra as relações trabalhistas e o crescimento na espectativa de vida, aumentar a vigilância sobre as corporações obrigando-as a cumprir as leis e criar campanhas divulgando a ginástica laboral, que é o ato de praticar exercícios durante o trabalho, obrigatória em companhias, mas não é citada de maneira correta para os funcionários. Dessa maneira, nuetralizando a pedra no caminho da prosperidade.