Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 16/09/2021
Segundo dados da International Stress Management Association (ISMA), o esgotamento mental no Brasil é bastante comum, pois quase um terço dos trabalhadores sofre de síndrome de burnout. Nesse caso, há evidências de que mesmo após a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), esses funcionários ainda proporcionam alto retorno profissional à contratada, pois têm explorado em grande medida os profissionais, sendo necessário tomar medidas para reduzir o as autoridades revertem o cenário do problema.
Na perspectiva, é importante destacar uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que mostra o impacto da síndrome de burnout associada às emoções negativas. Essa situação caótica é prejudicial à saúde e costuma ser exacerbada na era digital, pois aumenta a pressão no dia a dia desses trabalhadores.Nessa perspectiva, nota-se que o esgotamento causado no serviço, tende a diminuir o convívio familiar, momentos de lazer e diversão.
Além disso, até mesmo trabalhar de forma difícil é aceito porque normalmente é a única forma de milhões de brasileiros permanecerem empregados, porque o Brasil é bastante desigual e as pessoas com renda mais baixa têm poucas oportunidades. Segundo o sociólogo Duhlendorf no livro “Lei e Ordem”, a anomia é uma condição social em que as normas que regulam o comportamento das pessoas perderam a sua eficácia. O mesmo vale para o cansaço profissional de milhares de brasileiros.
Diante do exposto, para solucionar esse problema, é necessário que o Ministério do Trabalho elabore leis que ajustem as condições de trabalho em conjunto com o Estado. Os psicólogos auxiliam os profissionais a cooperar, pois mesmo após a fusão das legislações trabalhistas (CLT), um grande progresso foi feito.É a exploração do trabalho que leva à exaustão mental. Portanto, tais medidas visam combater o impasse de forma precisa e democrática.