Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 08/10/2021
No livro “Utopia”, de Thomas More, é exposto um ambiente no qual a consciência coletiva e a eficiência do Estado são fundamentais para o avanço da nação. Fora da obra, é fato que o esgotamento físico e mental ligado à síndrome de burnout apresentam um obstáculo para a sociedade. Nesse sentido, em virtude do cansaço acumulado, como também a pandemia do novo coronavírus, o problema tem se intensificado e agravado.
Em primeiro plano, é indubitável que o diagnóstico de pessoas com a síndrome de burnout tenha sido decorrente de um cansaço acumulado dos profissionais. Posto que, de acordo com o jornal O Globo, 33 milhões de brasileiros sofrem com o esgotamento físico e mental, o que significa que a cada dia no Brasil mais pessoas têm trabalhado mais do que o corpo aguenta. Além disso, em decorrência do aumento de preços que ocorreu em 2020 no Brasil, as pessoas tendem a trabalhar mais visando um lucro maior, consequentemente provocando cansaço físico e mental.
Outrossim, é notório que a pandemia do novo coronavírus tenha sido um agravante para a problemática. Pois, segundo o G1 notícias, a carga horária de trabalho aumentou durante a quarentena. Visto que, antes da pandemia, quando o trabalhador chegava em casa ele poderia de certa forma focar em seu descanso, mas a partir do momento em que trabalhar em casa tornou-se o novo normal, a rotina se perdeu tornando o ambiente da moradia cansativo por estar vinculado com o emprego.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário medidas que diminuam o nível de esgotamento dos profissionais. Por conseguinte, cabe ao governo federal, juntamente ao Ministério da Saúde promover campanhas de psicologia para zelar pela saúde mental dos trabalhadores, por meio de atendimentos em empresas e melhorias das condições trabalhistas do empregado. Não apenas, é importante que a sociedade fale mais sobre pauta no Instagram, visando a importância de tratar a síndrome de burnout. Em síntese, criar uma consciência coletiva e contar com a eficiência do Estado como em “Utopia” de Thomas More, a fim de melhorar a saúde mental das pessoas que trabalham no Brasil.