Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 09/10/2021
O processo da Terceira Revolução Industrial e Globalização acarretaram uma grande alteração dentro do meio empresarial. Todavia, essas mudanças, mesmo que positivas, proporcionaram um maior desgaste físico e mental dos profissionais, conhecido como Síndrome de Burnout, ao passo que a tecnologia pode gerar uma sensação de que estamos trabalhando 24 horas por dia. Com efeito, há de se analisar o viés da problemática no âmbito social e político.
Em primeiro plano, é importante destacar um dos fatores fulcrais dessa situação que é a ausência de auxílio psicológico das empresas. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Síndrome de Burnout afeta cerca de 33 milhões de brasileiros. Dessarte, é correto afirmar há uma escassez de amparo para o desenvolvimento psicológico do empregado dentro do ambiente empresarial. Assim sendo, imperiosa a amplicação de medidas no intuito de minimizar os impactos ocasionados por esse cenário.
Outrossim, pode-se constatar uma massiva cobrança, mesmo que fora do horário de trabalho, através da “internet”. Na metáde do século XX, com o surgimento da Revolução Técnico-Científico e Informacional, a comunicação social obeteve uma maior flexibilidade. Contudo, as atividades profissionais acabavam sobrepujando o âmbito profissional, por conta de mensagens de cobranças sendo mandadas através de aparelhos de comunicação, assim gerando desgaste mental e físico no empregado. Portanto, cabe elucidar fatores sociais que dificultam, mesmo que de forma implícita, o desenvolvimento do profissional no ambiente empresarial.
De acordo com os fatos supracitados, pode-se concluir que medidas devem ser tomadas para solucionar o impasse. Portanto o Ministério do Trabalho deve efetivar a imposição de propostas cabíveis, sobretudo a criação de programas sociais, com a finalidade de dar auxílio psicológico aos profissionais que sofrem de problemas psicológicos gerados pelo ambiente de trabalho.