Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 15/10/2021

Ao construir uma historiografia da medicina brasileira, Jean Charcot, pai da psiquiatria no país, foi criticado ao aplicar eletroconvulsoterapia com adversidade grave, tornando pessoas incapazes ao trabalho. Esta conjuntura exposta ao longo do tempo criou um estigma, um recebimento de confiança na psiquiatria para ajudar nenhum combate como doenças mentais, o que resulta no acréscimo de números de moléstias psicológicas, por um lado o estigma é social à medida que - acredita-se no julgamento moral, e por outro espectro está a adversidade no tratamento orgânico.

Quando se analise na primeira instância, o lado moral de possuir uma moléstia mental, vem a tona o pré paradigma: “é uma pessoa invalida ao trabalho”, pois o tecido social atual julga sociedades mecânicas, como sistematizou Durkheim, pioneiro cientista social, que objetificou o corpo humano destinado ao trabalho. Logo, uma síndrome de “Burnout” - um exaustão laboral - cria receios no indivíduo para buscar ajuda em psicoterapia ou tratamento medicamentoso, evidenciando o estigma que infla os dados epidemiológicos.

Neste prisma exposto, conclui-se que, ao criar julgamentos morais de associar doença a invalidez, o cenário urge ações. A solução deve vir da OMS, uma Organização Mundial da Saúde na esfera mundial, ao elevar a doença mental como urgência médica, o que faria o Estado, na esfera social da problematização, destinar vernas a conscientizar uma população que possui o direito a serem saudáveis, através de campanhas e leis que impossibilite a demissão do trabalhador durante o tratamento médico de doença mental. Dessa forma, os pacientes apresentam a conotação positiva psiquiatria criada por Jean Charcot.

Enfim para que a Síndrome de Burnout seja combatida é necessário que o Ministério Público do Trabalho fiscalize os ofícios com jornada durante o serviço e as grandes empresas, isso pode ser feito por meio de visitas regulares. Essa ação critério a promover a valorização da saúde física e mental dos trabalhos além de identificar e punir instituições que exploram os seus colaboradores além de. Deste modo, o Burnout alcançará status menores na sociedade trabalhadora e “Tempos Modernos” existirá apenas no passado e na ficção. Destarte, com intuito de mitigar o estorvo, é imprescindível que o Ministério da Saúde promova palestras em praças públicas e escolas, por meio dos professores, enfermeiros e médicos, de modo que informe a população sobre a importância da psicologia e as doenças que podem ser causadas pela negligência com a saúde mental, além de fornecer atendimentos psicológicos gratuitos em lugares de baixa renda e motivá-los a buscar ajuda quando necessário.