Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 09/11/2021
Síndrome de Burnout é um disturbio caracterizado pela exaustão extrema e esgostamento físico em decorrência de situações desgastantes de trabalho que demandam muita responsabilidade e competitividade. Um grande exemplo desta síndrome é no famoso filme “Tempos Modernos”, onde Charlie Chaplin mostra a rotina exaustiva de um trabalhador e o seu psicológico sendo afetado devido ao longo horário de serviço. Apesar de ser retratada de uma forma cômica, a mensagem passada é impactante, já que se trata da saúde mental afetada devido ao excesso de trabalho.
A conduta abusiva das empresas se dá ao estabelecimento de metas inatingíveis e pressões para que os funcionáros as alcance, no entanto, devido a alta pressão, o redimento dimunui pela desatenção e o desânimo no trabalho. Segundo cálculo do ISMA de 2010, a falta de produtividade causada pela exaustão no trabalho gerou prejuízo de 3,5% no PIB brasileiro.
Um estado de esgotamento físico facilita no desenvolvimento de doenças como a Síndrome de Burnout, que se não tratada, pode resultar em depressão e ansiedade. Um estudo realizado pela PEBMED, publicado em novembro de 2020, revela que 78% dos profissionais de saúde tiveram sinais da Síndrome no período de pandemia.
Fica evidente que o excesso de trabalho afeta diretamente na saúde mental e na produtividade do profissional. Para impedir esta situação, é necessária a fiscalização das empresas, através do Ministério da Economia ligado a secretaria do trabalho, em ajuda com o departamento de Recursos Humanos, com a finalidade de evitar cargas de horários abusivos e abusos verbais por parte dos gestores. Cabe as empresas a implementarem um projeto de ação a saúde, com psicólogos, instrutores físicos e palestras sobre os riscos do trabalho em abundância. A saúde do trabalhador deve ser bem cuidada, com um bom ambiente de trabalho organizado e sem exigências que chegam a ser além de sua capacidade.