Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 09/11/2021
“Vivemos em uma era em que valorizamos o excesso de trabalho”, de acordo com a escritora Brigid Schulte. A jornalista norte-americana considera que a sociedade vive em uma época onde as pessoas se sobrecarregam para atender compromissos profissionais e pessoais, o que pode levar a um quadro de Síndrome de Burnout. Vê-se, portanto, a necessidade e importância do equilíbrio entre trabalho e lazer e imposição de limites no que se diz respeito ao trabalho.
Em primeiro plano, pode-se destacar o que é a Síndrome de Burnout: um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
Ademais, vale ressaltar as áreas que correm risco maior de desenvolver o transtorno: educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada. Entretanto, dentre os profissionais, professores e policiais estão entre as classes mais atingidas.
Conclui-se, então, que o combate ao excesso de trabalho é de suma importância para que haja a prevenção da Síndrome de Bornout. Portanto, é mister que o Governo, por meia de verbas governamentais, promova campanhas publicitárias, enfatizando as consequências do excesso de trabalho, importância do equilíbrio entre trabalho e lazer e imposição de limites em tal área, destacando a Síndrome de Bornout. Desse modo, os trabalhadores serão alertados dos cuidados necessários para não chegarem ao ponto de um distúrbio psíquico. Que haja, concomitantemente, a conscientização dos gestores em relação ao excesso de trabalho, evitando cargas horárias abusivas e abusos verbais, com a finalidade de preservar a saúde mental dos empregados.