Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 09/11/2021

No filme Tempos Modernos, o enredo mostra o esgotamento do cotidiano dos operários da linha de montagem. Por causa da carga de trabalho pesada, a psicologia é afetada - os trabalhadores chegam a confundir botões de roupas com parafusos. Embora fictício, este trabalho oferece uma visão dolorosa sobre o impacto do trabalho na saúde mental. Nessa perspectiva, esse tipo de acompanhamento contínuo afetará a renda dos trabalhadores e causará doenças como a síndrome de burnout.

Uma é investigar as razões pelas quais empresas trabalham excessivamente horas extras. Um dos fatores que explicam isso são os abusos da empresa, que estabelecem metas inatingíveis e pressões para que os funcionários atinjam essas metas. De acordo com a pesquisa realizada pela Qualintin, 21% dos gestores entrevistados acreditam que as metas que traçam não podem ser alcançadas. Porém, essa estratégia tem um resultado contraditório: devido ao estresse, os colaboradores, por vezes, vivenciam o caos organizacional, a desatenção e o desânimo no trabalho, o que reduz seu desempenho e causazos à empresa. De acordo com cálculos da ISMA em 2010, uma perda de 3,5% do PIB do Brasil devido ao cansaço do trabalho causou uma queda na produtividade.

Além disso, o excesso de trabalho pode causar estresse, falta de sono e cuidados básicos descuidados, como alimentação e saúde. Isso promove o desenvolvimento de doenças como a síndrome de burnout, que é um estado de exaustão física e mental. Se não for tratada, pode causar depressão e ansiedade. Segundo levantamento da ISMA-B, 30% dos profissionais brasileiros contabilizados com a doença. Falta de mudança de cenários. Obviamente, o excesso de trabalho afeta diretamente a saúde mental e a produtividade dos profissionais. Portanto, para reverter esse quadro, o Ministério da Economia entrou em contato com a Secretaria de Trabalho e, com o auxílio do Departamento de Recursos Humanos, ficou responsável por fiscalizar a empresa por meio de denúncias.Além disso, o excesso de trabalho pode causar estresse, falta de sono e cuidados básicos descuidados, como alimentação e saúde. Isso promove o desenvolvimento de doenças como a síndrome de burnout, que é um estado de exaustão física e mental. Se não for tratada, pode causar depressão e ansiedade. Segundo levantamento da ISMA-B, 30% dos profissionais brasileiros sofrem com a doença. Falta de mudança de cenários. Obviamente, o excesso de trabalho afeta diretamente a saúde mental e a produtividade dos profissionais. Portanto, para reverter esse quadro, o Ministério da Economia entrou em contato com a Secretaria do Trabalho e, com o auxílio do Departamento de Recursos Humanos, ficou responsável por fiscalizar a empresa por meio de denúncias.