Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 16/11/2021

Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico gerado pelo exaustão extrema ligado à vida profissional do indivíduo e comum na sociedade brasileira. No entanto, o ambiente de trabalho deveria ser um meio saudável para o trabalhador exercer sua função sem danos à saúde mental, mas isso não ocorre, afetando sua psique e sua pessoalidade. Bem como, às precárias condições oferecidas ao exercício de sua tarefa, além do descaso governamental para os servidores brasileiros.

Em uma primeira análise, vale ressaltar que as relações trabalhistas devem ser de respeito mútuo entre empregados e empregador, para que assim consigam ter um local de qualidade e fluido. Entretanto, em muitas instituições isso é feito, exigindo muito do funcionário, por exemplo, não oferecendo locais próximos de sua residência, tendo o desgaste de chegar até a empresa, muitas tarefas em um dia, não havendo a empatia de enxergar que a vida do operário vai além daquele ambiente. De modo que têm-se muitos empregados desenvolvendo burnout, uma falta de preocupação com a mente dessas pessoas geram a síndrome, podendo ainda ser progressivo de ansiedade, depressão, pânicos, gerando até mesmo doenças físicas, fazendo com que seus empregados não sejam afetados, devido ao esgotamento mental e físico.

Ademais, é lamentável a falta de preocupação do governo com esse transtorno, no filme “Tempos Modernos” pode-se observar o trabalho exaustivo de um operador de máquinas, fazendo com que até confundam as peças. Contudo, mesmo nos dias atuais não utilizarem o modelo operacional fordista, que é o do filme, muitos operários exaustão física e mental em seus trabalhos. Apesar da qualidade profissional ser de maior responsabilidade da empresa, caso os chefes de estado tivessem uma atenta visão para isso e o que isso pode causar, os números de doente diminuiriam. Todavia, a economia brasileira se importa mais com o crescimento do PIB do que com a mente dos inúmeros trabalhadores brasileiros, permitindo com que muitos trabalhem hora extra, algo prejudicial ao cérebro e que Deveria ser proibido.

Portanto, entende-se que para obter profissionais qualificados mentalmente e fisicamente, tem-se que previnir o abuso de poder e a falta de respeito em empresas. Logo, é preciso que o Ministério do Trabalho, junto com o Ministério da Saúde, conscientizando chefes de empresas sobre transtorno de burnout e seus malefícios. Dessa forma, é necessário que criem campanhas e divulguem mais sobre a doença, como o que causa e suas consequências. Desse modo, é importante formar leis que proibam horas extras, abuso de poder, e destinarem parte do PIB para o SUS que cuidará dos afetados pela síndrome.