Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 02/03/2022
O filme “O diabo veste prada” narra a história de Andy uma recém formada que consegue um emprego em uma revista de moda conceituada como assistente da diabólica Miranda, onde enfrenta ambientes de trabalho tensos e tóxicos, além de sofrer as exigências severas da chefe levando ela há um esgotamento profissional. Fora da ficção, a história de Andy se assemelha com a de muitas pessoas que sofrem das mesmas circunstâncias, de altas cargas horárias e de altas cobranças, que ela e acabam desenvolvendo a mesma síndrome, que mesmo sendo extremamente comum ainda é bem pouco discutida e falada.
Primeiramente é de extrema importância ressaltar que as altas cobranças e cargas de horárias no meio de trabalho são as principais causas da síndrome de burnout no mundo. Uma prova disso é o Japão, onde as pessoas, devido aos custos para se viver no país, acabam trabalhando excessivamente, o que torna o país o número um em casos de burnout sendo 70% da população japonesa economicamente ativa vitíma do burnout.
Além disso, mesmo a síndrome de burnout sendo muito comum, ainda se mostra muito pouco discutida e falada e com poucos recursos sendo utilizados para frear o seu avanço. Comparado aos Estados Unidos, o Brasil investiu menos de um terço em recursos, para o auxílio de funcionários, afastamentos no trabalho entre outros, mesmo sendo o segundo país do mundo que mais sofre da síndrome.
Finalizando, para tentar diminuir o avanço do burnout, que infelizmente é um mal sem cura é preciso que as empresas, por meio de propostas para deixarem o local de trabalho mais agradável para os funcionários, possam reduzir a pressão e as cargas horárias dos seus funcionários para possuírem uma recompensa a longo prazo. Além disso o governo poderia criar campanhas para divulgar o burnout, alem de investir mais dinheiro em seu combate.