Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 04/03/2022
Por que e como prevenir o “Burnout”
O esgotamento físico e mental intenso ligado à vida profissional, mais conhecido como “Síndrome de Burnout”, tem se intensificado de forma significativa nos últimos tempos. Em face disso, torna-se bastante necessário prevenir enfaticamente tal síndrome, pois, além de engendrar um grande problema de saúde pública, não só no Brasil, como no mundo, ela também causa perdas econômicas tanto para as empresas e empregadores, quanto para os funcionários empregados.
Segundo dados do ISMA (sigla em inglês para Associação Internacional do Controle do Estresse) e do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 72% dos brasileiros economicamente ativos sofrem com estresse no trabalho, enquanto 32% desenvolvem a síndrome. Com isso, pode-se constatar que, como citado, o fenômeno do “Burnout” configura, sim, um problema de saúde pública, pois são afetadas muitas pessoas em vários países, especialmente nos ambientes de trabalho.
Ademais, tal doença crônica também gera graves problemas econômicos, já que, quando diagnosticada, causa a necessidade de afastamento do trabalho. Com isso, sejam as pessoas afetadas empregadoras, sejam empregadas, as empresas precisam mobilizar mais esforços, tempo e dinheiro para solucionar tal problema, o que em larga escala cria grandes crises financeiras. E isso se intensifica ainda mais no Brasil, que ocupa o segundo lugar entre os países com maior incidência de “Burnout” na população economicamente ativa, ainda de acordo com o próprio ISMA.
Pode-se concluir, portanto, que a “Síndrome de Burnout” é realmente muito prejudicial aos trabalhadores e ao mundo econômico. Por isso, caberia ao governo federal e até mesmo às empresas, em geral, fazer campanhas de incentivo à condutas mais saudáveis no trabalho por meio de fundos monetários. Assim, mais efeitos negativos seriam minimizados, ajudando as pessoas e a economia.