Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional

Enviada em 04/04/2022

A Organização Mundial da Saúde(OMS) em 2022, classificou a Sindrome de Burnout como estresse crônico de trabalho que passou a integrar a Classificação Internacional de Doencas, o CID. Em resumo, é uma doença relacionada à vida profissional e ao excesso de trabalho. Em outra palavras, a doença prejudica tanto o funcionário, que está esgotando, quanto a empresa, com gastos relacionados à faltas destes empregados. Desta maneira, faz-se necessário uma comunicação melhor entre as partes para superarem juntas essa inimiga.

De acordo com a OMS, 30% da população brasileira tem a síndrome de Burnout, pode se dizer que é uma doença mental que surge depois que o indivíduo passa por situações desgastantes, pode estar relacionado à própria competitividade entre os funcionários, sobrecarga de trabalho e pressão por parte do chefe. Além disso, os meios tecnológicos podem favorecer a doença devido a velocidade com que tudo ocorre, ou seja, faz um negócio e minutos depois pode ter uma frustação, ou aobchegar em casa depois do expediente e ter, ainda, que responder mensagens, tendo aquela sensação que no final do dia trabalhou 24 horas e isso meses a fio.

Da mesma maneira, a Síndrome de Burnout prejudica a empresa, pois a doença faz com que os funcionários tirem licenças médicas, ou faltem ao trabalho por conta dos sintomas da sindrome e até processem a empresa por danos morais ou danos materiais, outra coisa, o fato da Síndrome de Burnout ser considerada uma doença ocupacional, gera direitos, ou seja, diante da Lei trabalhista, o empregado não poderá ser demitido nos próximos 12 meses e isso trará, certamente, impactos ecônomicos para a empresa.

Em suma, a empresa precisa ajudar os seus funcionários e ao fazer isso, terá um retorno vantajoso. Para isso, ela pode contratar um psicólogo do trabalho para dar um apoio psicológico aos seus empregados, de modo semanal, por meio de palestras motivacionais corporativas com intenção de encorajá-los aos desafios da própria empresa. Dessa maneira, daria para envolver os colaboradores, criar um ambiente agrádável e reconhecer as conquistas dos funcionários, combatendo assim, a Sindrome de Burnout.