Síndrome de Burnout: o esgotamento físico e mental ligado à vida profissional
Enviada em 22/05/2022
No filme estadunidense “O Diabo Veste Prada”, estrelado por Anne Hathaway, é retratada a cidade Andy, uma mulhes que trabalha em uma revista de moda que, em virtude da carga de trabalho excessiva duma chefe tóxica, sofre por esgotamento e constante estresse. Assim como na ficção, hodiernamente, devido ao esgotamento físico e mental ligado à vida profissional a síndrome de burnout é uma doença frequente. Assim, faz-se necessário analisar as causas da doença como a menor estabilidade do emprego e a insatisfação profissional.
Em primeira análise, considdera-se que o burnout é um problema de ordem social, já que seus custos organizacionais aumenta, pois um trabalhador doente é um indivíduo doente na sociedade. Sob esse prisma, o sociólogo Émile Durkheim, a consciência coletiva é imprescindível para a coesão social, logo, a menor estabilidade no emprego pode gerar insegurança e preocupação a nível individual e familiar, devido a falta de perspectiva do futuro. Desse modo, é necessário que o indivíduo desenvolva estratégias para encarar o presente de modo positivo.
Em segundo plano, a insatisfação profissional ocorre quando as pessoas não geram conexões de equipes, estabelecendo estes relações impessoais, logo, o ambiente de trabalho torna-se hostil. Nessa perspectiva, os trabalhadores encontram-se inseridos em um ambiente onde muitas vezes os valores econômicos se sobrepõem aos valores humanos, sendo assim, a incompatibilidade da pessoa com o emprego, a exaustão emocional e física são reduzidos quando existe envolvimento.
A menor estabilidade do emprego e a insatisfação profissional favorece, portanto, a síndrome de burnout. Ao objetificar a superação desse cenário, o Poder Executivo Federal, sob ação do Ministério da Saúde, deve promover ações de campanhas para as grandes e pequenas empresas sobre a saúde dos empregados. Por meio de ciclo de palestras com profissionais da psicólogos, que inclua estratégias de prevenção ao burnout, como técnicas de relaxamento, incentivo ao exercício físico, formação continuada e disponibilidade de locais de convívio no ambiente de trabalho. A fim de aumentar a qualidade de vida e produtividade de todos os envolvidos que resultará em desenvolvimento para a comunidade local.