Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 24/09/2020
Na obra “Utopia”, do Escritor Thomas More, ele descreve uma sociedade perfeita, livre de conflitos e problemas. No entanto, isso não se reflete no Brasil, visto que o sistema carcerário brasileiro é precário. Esse contraste é fruto tanto da falta de responsabilidade do governo, como também devido à baixa qualidade de educação da população.
Em primeira análise, vale destacar que, de acordo com a Constituição de 1988, tofo cidadão brasileiro tem direito a uma vida plena, incluindo saneamento básico. Entretanto, isso não acontece de fato, pois, segundo o ex-presidiário e atual youtuber “Marombeiro Pobre Loco” em diversas penitenciárias brasileiras o local em que os presos fazem suas necessidades muitas vezes é um buraco na própria cela, além de que, constantemente o limite de indivíduos por “gaiola” é ultrapassado, fazendo com que eles durmam ao lado de onde são depositadas as suas excreções.
Ademais, vale ressaltar que, conforme Paulo Freire, " a educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas. As pessoas mudam o mundo". Portanto, ao analisar essa frase, fica claro que uma das causas para que uma pessoa cometa crimes é a falta de educação, consequentemente, com uma educação melhor, é de se esperar que o número de presos diminua, melhorando assim a condição do superlotamento das prisões. Um exemplo desse contexto é a Nova Zelândia, que possui uma elevada qualidade de educação e um baixo índice de criminalidade, segundo pesquisa realizada pela Global Peace Index em 2020.
Logo, o Ministério da Segurança Pública, juntamente com o Ministério da educação devem solucionar o problema da superlotação dos presídios, por meio de uma melhora na educação pública, através de um aumento salarial de 10% do atual, além de tornar os concursos públicos para selecionar os professores mais rigorosos. Tais medidas tem como finalidade diminuir o njúmeros de presos além de garantir uma melhora na sociedade.