Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 28/09/2020

De acordo com o escritor Carlos Zafón, “há prisões piores que as palavras”. Dessa maneira, é possível perceber que o sistema carcerário brasileiro um lugar muito ruim. Por conseguinte, alguns problemas tem levado isso acontecer, como a má infraestrutura e as más condições  dos cárceres.

Primeiramente, no Brasil as construções dos sistemas prisional é precária. Adiante, é relutante citar a super lotação que os presídios sofrem na maior parte do país. Em síntese, o país sofre com uma superlotação com mais de 800 mil presos, segundo o Conselho Nacional da Justiça. Na série Vis a Vis, reproduzida pela Netflix, mostra uma infraestrutura adequada para os prisioneiros e com uma limitação de capacidade para cada cela. Sendo assim, era desta forma que esperávamos que nosso país fosse, um sistema organizado e adequado. Então, seria necessário que o governo criasse prisões que coubessem todos esses detentos.

Ademais, as más condições do cárceres do Brasil não são umas das melhores. Conforme a  jornalista Nana Queiroz, autora do livro Presos que menstruam, mostra um relato de uma detida, que mesmo grávida, foi agredida pelos policiais e 4 dias depois teve que ser levada para ter o parto prematuro. Assim, demonstra o quanto a situação no país é crítica e o desrespeito com os prisioneiros é cada vez maior, isso acontece principalmente pela falta de manejo dos detentos.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Estado deve investir em construção de prisões em pelo menos 1 em cada estado do país, criando condições de distribuir os detentos das prisões que estão com máxima lotação. Dessa forma, será possível garantir uma melhor condições dos prisioneiros na prisão e uma adequação para que os agentes prisionais consigam trabalhar melhor com a quantidade de presos. Só então seremos um Brasil, que conseguirá diminuir as superlotações e fortalecer as condições carcerárias.