Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 30/12/2020
O sistema prisional brasileiro vive um caos, celas com números de presidiários maiores do que suporta, pessoas amontoadas, vivendo em condições horríveis contaminando-se com diversos tipos de doença. Não veem os presidiários como pessoas, seres humanos, os tratam como animais, muitos saem e cometem os mesmo erros. O sistema carcerário peca em deixar cinco agentes penitenciários de plantão em uma penitenciária com mais de trezentos presos, não apenas em plantão.
Muitas e muitas queixas e reclamações sobre o tratamento de quem está preso, reclamações dos familiares que vão visita-los e reclamações dos próprios presidiários, a falta de organização que se encontra o locais se nomeados. Penitenciárias para duzentos e setenta pessoas com seiscentas pessoas dentro, muitas estão nessa situação, com mais que o dobro do que suportam. Presidiários não tem acesso a saúde, ficam expostos como doenças, como tuberculose, que não tem como isolar quem está infectado para não infectar outros, ficam todos misturados. A condição sanitária é terrível, muitos são obrigados a conviver com ratos, baratas em locais que bebem água e comem. Uma pessoa vivendo em condições como essa, não se humaniza de jeito nenhum, saem piores do que chegaram.
Em outubro deste ano fugiram dezessete detentos em uma cidade do Distrito Federal, e o comum de todas as fugas que acontecem no Brasil é o baixo número de agentes penitenciários que fazem plantão no momento das fugas. Muitas cadeias trabalham menos de cem agentes para mais de trezentos presos, o certo seria mais agentes do que presos, para ser mais seguro e organizado. As cadeias brasileiras precisa de inúmeras melhorias, seja na estrutura, na higiene dos locais, na saúde dos detentos, na educação dos detentos.
Não se impotam com bem estar ou educação dos presidiários, não se importam para que saem pessoas melhores, só pensam nos erros cometidos e porque estão ali, isso que fazem é muito desumano.